Segurança para Concessionárias de Rodovias: Protegendo Pedágio Free Flow, ITS e Dados de Mobilidade
Pedágio eletrônico, sistemas inteligentes de transporte e bancos massivos de placas viraram alvo de fraude e vazamento. Veja como a Decripte audita o sistema de pedágio, contém a fraude e estrutura a proteção dos dados de mobilidade de quem trafega na rodovia.
Resposta direta
Para proteger uma concessionária de rodovia é preciso tratar o sistema de pedágio (especialmente o free flow) e a plataforma de ITS como o coração financeiro e de dados do negócio: faça pentest dos pórticos de leitura, do reconhecimento de placas (LPR/OCR), das integrações de cobrança e da telemetria; monitore 24x7 o centro de controle operacional (CCO) e a rede OT/SCADA das câmeras e sensores; cifre e minimize os bancos de placas e dados de mobilidade conforme a LGPD; e mantenha um plano de resposta a incidentes com contenção rápida para isolar ransomware antes que ele pare a operação da rodovia. O caminho prático começa com um diagnóstico gratuito de ameaças em decripte.io/free, que mapeia sua exposição real antes de qualquer contrato.
24/7
SOC monitorando o CCO e a rede OT
<=1h
SLA de contenção de incidentes
LGPD
Dados de placas e mobilidade são pessoais
ISO 27001
Base de governança da operação
Em resumo
- ›O pedágio free flow troca a cancela física por confiança no software: cada falha de leitura, conciliação ou integração de cobrança vira perda financeira direta ou fraude.
- ›Placas, fotos de veículos, horários e trajetos são dados pessoais sob a LGPD — um vazamento expõe a mobilidade de milhões de pessoas e gera responsabilização da ANPD.
- ›O centro de controle operacional (CCO) concentra ITS, câmeras, painéis e SCADA; ransomware ali pode degradar a operação da rodovia e a segurança viária.
- ›Pentest do pedágio e do ITS, SOC 24x7, conformidade LGPD/ANTT e resposta a incidentes formam o núcleo da defesa — e o diagnóstico gratuito em decripte.io/free mostra por onde começar.
Cibersegurança para Concessionárias de Rodovias
Pedágio eletrônico, sistemas inteligentes de transporte e bancos massivos de placas viraram alvo de fraude e vazamento. Veja como a Decripte audita o sistema de pedágio, contém a fraude e estrutura a proteção dos dados de mobilidade de quem trafega na rodovia.
Por que concessionárias de rodovias viraram alvo de alto valor
A concessão rodoviária deixou de ser um negócio de asfalto, cancela e dinheiro em espécie. Hoje ela é, na prática, uma operadora de tecnologia que cobra trânsito em tempo real, reconhece veículos por imagem, distribui telemetria por dezenas de quilômetros de fibra e armazena bancos de dados com a movimentação física de milhões de pessoas. Essa transformação trouxe eficiência e arrecadação, mas também transformou a concessionária num alvo de alto valor: quem compromete o sistema certo consegue deixar de pagar pedágio em escala, manipular cobranças de terceiros ou se apropriar de um dos maiores conjuntos de dados de mobilidade do país.
O pedágio eletrônico de fluxo livre — o chamado free flow — é o ponto mais sensível dessa nova realidade. Sem cancela e sem cabine, a cobrança depende inteiramente de software: pórticos com antenas que leem a tag (TAG/DSRC), câmeras de reconhecimento de placas (LPR) que servem de fallback e prova, motores de classificação de eixos, e uma cadeia de conciliação que cruza a passagem com a cobrança via meios de pagamento ou faturamento posterior. Cada elo dessa cadeia é, ao mesmo tempo, uma oportunidade de fraude e um ponto de vazamento.
O que muda quando some a cancela
Na praça de pedágio tradicional, a cancela é um controle físico: o veículo só passa se houver pagamento ou registro. No free flow, esse controle é totalmente lógico. Se o atacante engana a leitura, corrompe a conciliação ou explora uma falha na integração de cobrança, ele atravessa a rodovia sem pagar — e o sistema sequer registra a perda como anomalia, a menos que esteja bem monitorado.
Some-se a isso o fato de que a infraestrutura de ITS (Intelligent Transportation Systems) e o centro de controle operacional concentram uma superfície enorme: câmeras IP, sensores de tráfego, painéis de mensagem variável (PMV), centrais meteorológicas, sistemas de atendimento ao usuário (SAU), rádios e a rede SCADA/OT que comanda tudo isso. Boa parte desses equipamentos foi instalada pensando em disponibilidade e durabilidade — não em segurança cibernética — e muitos seguem com firmware antigo, senhas padrão e protocolos sem cifragem. É exatamente o tipo de ambiente em que um ataque oportunista vira incidente operacional grave.
As quatro ameaças que mais pesam no setor
Fraude de pedágio eletrônico e free flow
A fraude de pedágio é a ameaça com retorno financeiro mais imediato para o atacante. Ela aparece em várias formas: clonagem ou manipulação de tags DSRC para usar a conta de terceiros; adulteração ou ocultação de placa para escapar do fallback por imagem; exploração de falhas na lógica de classificação de eixos para pagar tarifa de categoria menor; e, no nível mais sofisticado, comprometimento da própria cadeia de conciliação para que passagens legítimas não gerem cobrança. Quando isso acontece em escala — por exemplo, via um aplicativo ou serviço clandestino que promete 'pedágio grátis' — a perda de arrecadação é contínua e silenciosa.
Vazamento de dados de placas e mobilidade
O banco de passagens de uma concessionária é um mapa da vida das pessoas: quem passou, onde, quando, em que veículo e, muitas vezes, com foto. Esses são dados pessoais sob a LGPD, e em muitos casos permitem inferir rotina, residência, local de trabalho e deslocamentos sensíveis. Um vazamento desse acervo não é só um problema de imagem: é exposição de mobilidade em massa, com potencial de uso por perseguição, stalking, sequestro e crime organizado. A ANPD trata acervos de geolocalização e comportamento como dados de alto risco.
Dado de placa é dado pessoal
A placa, isoladamente ou combinada com foto, horário e local, permite identificar uma pessoa — direta ou indiretamente. Por isso o tratamento desses dados pela concessionária está sujeito à LGPD: precisa de base legal, minimização, prazo de retenção definido, cifragem e controle de acesso. Tratar 'placa' como dado técnico inofensivo é um erro de enquadramento que costuma aparecer logo no primeiro diagnóstico.
Sabotagem de ITS, câmeras e ransomware no CCO
Câmeras, sensores e painéis não são apenas fontes de dados — são atuadores da operação viária. Uma câmera comprometida pode ser usada como ponto de entrada na rede OT, ser desligada para encobrir um furto na faixa de domínio, ou ter sua imagem manipulada; painéis de mensagem variável sequestrados podem exibir informações falsas aos motoristas, criando risco real na pista. No topo dessa cadeia está o CCO: um ransomware que alcança os servidores de supervisão, o sistema de gestão de pedágio, o videowall e os bancos de dados pode, ao mesmo tempo, paralisar a cobrança, cegar a operação e travar o atendimento ao usuário. Em rodovias, isso degrada a capacidade de responder a acidentes e emergências.
O elo TI–OT é o caminho preferido
A maioria dos incidentes graves em ambientes operacionais não começa no equipamento de campo: começa na TI corporativa (e-mail, VPN, estação administrativa) e migra para a OT por uma rede mal segmentada. Sem segmentação real entre TI e a rede do CCO, um phishing no administrativo pode terminar em câmeras cegas e pedágio parado.
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Como a Decripte atua: do pentest do pedágio à proteção de dados
A Decripte trata a concessionária como um sistema sociotécnico: tecnologia de cobrança, infraestrutura OT de campo, dados pessoais de mobilidade e obrigações regulatórias, tudo conectado. Nossa atuação combina ofensiva (pentest e red team para encontrar o que o atacante encontraria), defensiva (SOC 24x7 vigiando o CCO e a rede OT) e estrutural (conformidade LGPD/ANTT e governança ISO 27001). O ponto de partida é sempre entender a fraude real e a exposição real, não um checklist genérico.
O ângulo central deste case
Uma concessionária sofre fraude no pedágio free flow e descobre, no mesmo processo, que seus dados de placas estão expostos. A Decripte audita o sistema de pedágio ponta a ponta, identifica e corrige o vetor da fraude, e estrutura a proteção dos dados de mobilidade para que o incidente não se repita nem evolua para um vazamento sancionável pela ANPD.
Na frente ofensiva, o pentest de pedágio e ITS olha para o que costuma ficar fora do escopo de auditorias tradicionais de TI: a lógica de leitura e classificação nos pórticos, a integridade da cadeia de conciliação, as APIs de cobrança e de consulta de saldo, a segurança das câmeras LPR e dos painéis, e a possibilidade de pivotar da TI para a OT. Procuramos cenários de fraude concretos — 'como eu deixaria de pagar em escala' — e não apenas vulnerabilidades isoladas.
Superfícies que o pentest de uma concessionária precisa cobrir
- ✓Pórticos free flow: leitura DSRC/TAG, fallback por LPR e lógica de classificação de eixos
- ✓Cadeia de conciliação: da passagem registrada até a cobrança efetiva
- ✓APIs e apps de usuário: saldo, recarga, contestação e consulta de passagens
- ✓Câmeras IP e LPR: firmware, credenciais, exposição na rede e integridade da imagem
- ✓Painéis de mensagem variável (PMV) e sensores de tráfego
- ✓Segmentação TI x OT e o caminho de pivot até o CCO/SCADA
- ✓Backups, gestão de identidade e acessos privilegiados do CCO
Na frente defensiva, o SOC 24x7 da Decripte monitora simultaneamente os indicadores de fraude (anomalias de conciliação, picos de leitura falha, padrões de evasão) e os indicadores de comprometimento clássico (movimento lateral, exfiltração, atividade de ransomware). Em rodovia, detecção tardia é cara: por isso operamos com vigilância contínua e contenção rápida, com SLA de contenção em até 1 hora a partir do acionamento.
Conformidade LGPD e ANTT sem teatro de papel
Concessionárias vivem sob dupla pressão regulatória: a LGPD, aplicada pela ANPD, sobre todo o tratamento de dados de placas, imagens e mobilidade; e o marco setorial, com a ANTT e o contrato de concessão exigindo continuidade operacional, qualidade de serviço e, cada vez mais, controles de segurança da informação proporcionais à criticidade da infraestrutura. Tratar isso como 'teatro de papel' — políticas que ninguém implementa — é o caminho mais curto para uma sanção depois de um incidente.
O que a LGPD exige na prática para dados de mobilidade
- ›Base legal definida para cada uso (cobrança, fiscalização, atendimento, eventual compartilhamento)
- ›Minimização: coletar e reter só o necessário, com prazo de retenção explícito
- ›Cifragem em repouso e em trânsito dos bancos de placas e imagens
- ›Controle de acesso por menor privilégio e trilha de auditoria de consultas
- ›Plano de resposta e comunicação de incidente à ANPD e aos titulares quando houver risco relevante
A Decripte estrutura conformidade de forma operável: mapeamos o ciclo de vida dos dados de placas e imagens (coleta no pórtico, trânsito, armazenamento, uso, compartilhamento e descarte), definimos prazos de retenção, implementamos cifragem e controle de acesso, e deixamos a trilha de auditoria pronta para demonstrar à ANPD que o tratamento é responsável. Em paralelo, alinhamos os controles técnicos às obrigações de continuidade que o contrato de concessão e a regulação setorial impõem.
Compartilhamento de placas com terceiros
É comum a concessionária compartilhar dados de passagem com órgãos públicos, integradores de pedágio e parceiros. Cada compartilhamento precisa de base legal, contrato com cláusulas de proteção e controle de quem acessa o quê. Compartilhamento amplo e sem governança é um dos achados mais frequentes — e um dos mais sensíveis quando há vazamento.
SOC 24x7 vigiando o que não pode parar
Uma rodovia não tira plantão. Acidentes, congestionamentos e emergências acontecem de madrugada, em feriados e em finais de semana prolongados — exatamente quando a TI da concessionária está com equipe reduzida e o atacante sabe disso. Por isso o SOC da Decripte opera em regime 24x7, com analistas que entendem tanto o ambiente de TI quanto a particularidade de operar perto da OT e do pedágio.
O monitoramento une telemetria de segurança (logs de rede, endpoints, autenticação, EDR) com sinais específicos do negócio rodoviário: comportamento dos pórticos, taxa de leitura e de fallback, anomalias na conciliação de cobrança, status das câmeras e dos painéis. Quando um padrão sai do esperado — uma sequência incomum de leituras falhas, um acesso administrativo fora de hora ao sistema de pedágio, um equipamento OT iniciando conexões inéditas — o SOC investiga e, se confirmado, aciona a contenção imediatamente.
Sinal fraco que vira incidente evitado
Em ambientes de pedágio bem monitorados, um aumento sutil e persistente na taxa de 'passagem sem cobrança' costuma ser o primeiro sinal de fraude em escala. Sozinho, parece ruído operacional. Correlacionado com acessos anômalos à camada de conciliação, vira a assinatura clara de uma fraude em andamento — e é capturado antes que a perda acumule por meses.
A vantagem de um SOC externo especializado é a maturidade de detecção e a velocidade de resposta. Em vez de a concessionária descobrir a fraude pelo balanço de arrecadação no fim do mês, ela é alertada no momento em que o padrão anômalo aparece — com contexto suficiente para decidir rápido.
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Resposta a incidentes em ambiente que não pode parar
Quando o incidente acontece — e em infraestrutura crítica é questão de quando, não de se — a diferença entre um susto e uma crise está na resposta. A Decripte atua com um plano de resposta a incidentes desenhado para o ambiente rodoviário, onde parar a operação não é uma opção trivial e onde TI e OT precisam ser tratadas com cuidados diferentes.
Contenção em até 1 hora
Nosso SLA de contenção é de até 1 hora a partir do acionamento. Em ransomware, isso significa isolar o segmento afetado antes que o cifrador alcance os servidores do CCO e os backups. Em fraude, significa cortar o vetor de evasão antes que a perda continue acumulando.
A resposta não termina na contenção. Erradicamos a causa-raiz, recuperamos os sistemas de forma controlada e validada, e entregamos um relatório executivo e técnico com as lições aprendidas — incluindo o que precisa mudar na arquitetura para que o mesmo vetor não volte. Em incidentes com dados pessoais, apoiamos a avaliação de risco e a eventual comunicação à ANPD e aos titulares, dentro do que a LGPD exige.
Por onde começar sem fricção
Você não precisa fechar um contrato para descobrir sua exposição. O caminho de menor fricção é o plano gratuito de Gestão de Ameaças da Decripte: em decripte.io/free, com o CTA 'Comece grátis agora', a concessionária ativa um diagnóstico que mapeia ameaças e exposição reais — superfície externa, ativos expostos, sinais de risco — antes de qualquer compromisso financeiro.
Sequência recomendada para uma concessionária
- ✓Comece grátis: ative o diagnóstico de ameaças em decripte.io/free
- ✓Receba o mapa de exposição e priorize os riscos de pedágio, ITS e dados
- ✓Escale para pentest de pedágio e ITS para encontrar a fraude concreta
- ✓Ative SOC 24x7 para vigiar CCO e rede OT continuamente
- ✓Estruture conformidade LGPD/ANTT e mantenha resposta a incidentes pronta
- ✓Ver planos pagos em /planos quando decidir ampliar a cobertura
Quando fizer sentido evoluir, os planos pagos ficam em /planos, com o CTA 'Ver planos pagos'. Tudo é self-service e progressivo: você começa pelo gratuito, entende sua realidade e contrata o que a sua operação realmente precisa, sem etapas burocráticas no meio do caminho.
Fraude no free flow e exposição de placas: anatomia ilustrativa de um incidente
Cenário ilustrativo
Cenário ILUSTRATIVO, não baseado em cliente real. Uma concessionária opera um trecho com pedágio free flow em três pórticos, reconhecimento de placas como fallback e um CCO que integra ITS, câmeras e gestão de pedágio. A equipe começa a notar que a arrecadação não acompanha o volume de tráfego medido pelos sensores. Em paralelo, surge nas redes a menção a um 'serviço' que prometeria atravessar a rodovia sem cobrança. A concessionária aciona a Decripte para auditar o sistema e entender se há fraude — e descobre, no processo, um problema de exposição de dados.
Detecção
O SOC correlaciona dois sinais: uma divergência persistente entre volume de tráfego (sensores) e passagens cobradas, e acessos administrativos incomuns à camada de conciliação fora do horário comercial. A hipótese de fraude estruturada é levantada e o caso é escalado para resposta a incidentes.
Análise
O pentest direcionado reconstrói o vetor: uma API de conciliação aceitava marcar passagens como 'não cobráveis' sem validação robusta de origem, e a integração de fallback por LPR tinha um caminho que descartava silenciosamente leituras suspeitas. Combinados, permitiam que passagens reais não gerassem cobrança em escala. No mesmo levantamento, identifica-se que o banco de placas e imagens estava sem cifragem em repouso e com acesso amplo demais.
Contenção
Dentro do SLA de até 1 hora a partir do acionamento, a Decripte isola a interface de conciliação vulnerável, revoga as credenciais administrativas abusadas e restringe o acesso ao banco de placas ao mínimo necessário, estancando tanto a evasão de receita quanto o risco de exfiltração dos dados.
Erradicação
A causa-raiz é corrigida: a API de conciliação passa a exigir validação forte de origem e trilha imutável; o fallback por LPR deixa de descartar leituras silenciosamente, registrando exceções para auditoria; e a segmentação entre a TI administrativa e a camada de pedágio é endurecida para cortar o pivot.
Recuperação
Os sistemas voltam à operação plena com a cobrança reconciliada e validada. A concessionária recupera a integridade do fluxo de arrecadação e passa a ter visibilidade clara de cada passagem versus cobrança, com alertas automáticos para reincidência do padrão.
Proteção de dados
O acervo de placas e imagens recebe cifragem em repouso e em trânsito, controle de acesso por menor privilégio, prazo de retenção definido e trilha de auditoria de consultas — fechando a exposição que poderia ter virado um vazamento massivo de dados de mobilidade sancionável pela ANPD.
Lições aprendidas
O relatório executivo e técnico aponta que a fraude e a exposição compartilhavam a mesma raiz: lógica de negócio do pedágio fora do escopo das auditorias de TI e dados pessoais tratados como dado técnico. Recomenda-se SOC 24x7 contínuo, pentest periódico de pedágio/ITS e governança LGPD/ANTT como prática permanente.
Desfecho com a Decripte
A fraude é estancada, a cobrança volta a refletir o tráfego real e o acervo de mobilidade fica protegido e em conformidade. A concessionária sai do incidente com detecção contínua, arquitetura endurecida e um programa estruturado de segurança — em vez de descobrir o prejuízo só no balanço e o vazamento só na notícia.
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Como a Decripte responde a um incidente em concessionária de rodovia
A resposta é desenhada para um ambiente que não pode parar e que mistura TI, OT e dados pessoais sensíveis. O objetivo é conter rápido, preservar a operação viária e tratar a causa-raiz — não apenas apagar o incêndio.
- Acionamento e triagem: classificamos o incidente (fraude, ransomware, sabotagem de ITS ou vazamento de dados) e definimos o escopo de TI e OT afetado.
- Contenção em até 1 hora: isolamos o segmento ou a interface comprometida, revogamos credenciais abusadas e estancamos a evasão de receita ou a propagação do cifrador.
- Preservação e análise forense: coletamos evidências sem degradar a operação, reconstruímos o vetor e identificamos a causa-raiz na lógica de pedágio, na rede OT ou na TI corporativa.
- Erradicação da causa-raiz: corrigimos a falha (API, conciliação, segmentação, firmware de câmera) e removemos persistência do atacante.
- Recuperação validada: restauramos sistemas a partir de backups íntegros, reconciliamos a cobrança e confirmamos a integridade antes de devolver à operação plena.
- Proteção de dados e dever regulatório: avaliamos risco aos titulares e apoiamos a comunicação à ANPD e aos afetados quando a LGPD exigir.
- Relatório e endurecimento: entregamos relatório executivo e técnico com lições aprendidas e recomendações de arquitetura, monitoramento e governança para evitar reincidência.
Como a Decripte estrutura a segurança da concessionária
Mais do que reagir, estruturamos um programa que reduz a probabilidade e o impacto do próximo incidente, cobrindo pedágio, ITS, dados e governança de forma integrada.
Segurança do pedágio e da conciliação
Endurecemos a cadeia que vai da leitura no pórtico até a cobrança: validação de origem nas APIs, integridade do fallback por LPR, classificação de eixos auditável e detecção de padrões de evasão. O foco é eliminar os caminhos de fraude em escala.
Segmentação TI–OT e proteção do CCO
Separamos de verdade a TI corporativa da rede operacional do CCO e dos equipamentos de campo, controlando o caminho de pivot. Câmeras, painéis e SCADA deixam de ser ponto de entrada fácil para a operação crítica.
Governança de dados de mobilidade (LGPD)
Mapeamos o ciclo de vida das placas e imagens, aplicamos minimização, cifragem, controle de acesso por menor privilégio, prazos de retenção e trilha de auditoria — transformando o acervo de mobilidade de passivo de risco em ativo governado.
Monitoramento contínuo e detecção de fraude
SOC 24x7 que une indicadores de segurança e indicadores de negócio do pedágio, com alertas para evasão, movimento lateral e atividade de ransomware antes que o impacto se materialize.
Conformidade ANTT e continuidade
Alinhamos os controles técnicos às obrigações de continuidade e qualidade da concessão e à regulação setorial, com base de governança ISO 27001, de modo que segurança e exigências contratuais andem juntas.
Resposta a incidentes pronta e ensaiada
Mantemos plano de resposta com papéis definidos, contenção em até 1 hora e ensaios periódicos, para que a equipe do CCO saiba exatamente o que fazer quando o incidente chegar.
Planos recomendados para Concessionárias de Rodovias
Pentest
Encontra a fraude concreta no pedágio free flow e no ITS: testa pórticos, conciliação, APIs de cobrança, câmeras LPR e o pivot da TI para a OT, expondo como um atacante deixaria de pagar em escala ou comprometeria o CCO.
Ver plano →SOC 24x7
Vigia o centro de controle operacional e a rede OT sem pausa, correlacionando sinais de evasão de pedágio com indicadores de ransomware e movimento lateral — porque a rodovia opera 24 horas e a fraude é silenciosa.
Ver plano →Resposta a Incidentes
Garante contenção em até 1 hora num ambiente que não pode parar, isolando ransomware antes do CCO e estancando a fraude antes que a perda acumule, com apoio ao dever de comunicação à ANPD.
Ver plano →Conformidade
Estrutura a proteção dos dados de placas e mobilidade conforme a LGPD e alinha os controles às exigências da ANTT e do contrato de concessão, tirando a empresa do risco de sanção e do teatro de papel.
Ver plano →Perguntas frequentes
O pedágio free flow é mais inseguro que a praça com cancela?
Não necessariamente, mas a natureza do risco muda. Sem cancela, o controle deixa de ser físico e passa a ser totalmente lógico: a cobrança depende da leitura da tag, do fallback por imagem e da conciliação em software. Isso concentra o risco na qualidade do sistema e do monitoramento. Bem auditado e vigiado 24x7, o free flow é seguro; mal monitorado, vira um caminho silencioso de evasão. O diagnóstico gratuito em decripte.io/free ajuda a medir onde você está.
Dados de placas realmente são dados pessoais sob a LGPD?
Sim. A placa, sozinha ou combinada com foto, horário e local, permite identificar uma pessoa direta ou indiretamente, o que a enquadra como dado pessoal. Acervos de passagem revelam mobilidade e rotina, e são tratados como dados de alto risco. Por isso exigem base legal, minimização, cifragem, controle de acesso e prazo de retenção definido.
Como a Decripte ajuda a detectar fraude de pedágio em escala?
O SOC 24x7 correlaciona indicadores de negócio (divergência entre tráfego medido e passagens cobradas, picos de leitura falha, padrões de evasão) com indicadores de segurança (acessos anômalos à conciliação, movimento lateral). Quando o padrão de fraude aparece, você é alertado na hora — em vez de descobrir o prejuízo só no balanço.
O que fazer se o centro de controle for atingido por ransomware?
Acionar a resposta a incidentes imediatamente. A Decripte isola o segmento afetado dentro do SLA de até 1 hora para impedir que o cifrador alcance os servidores do CCO e os backups, depois erradica a causa-raiz, recupera os sistemas a partir de backups íntegros e entrega o relatório com as lições aprendidas. Quanto antes a contenção, menor o downtime da operação viária.
Precisamos parar a rodovia para fazer um pentest?
Não. O pentest é planejado para não interromper a operação: o escopo, a janela e as técnicas são acordados previamente, com cuidado redobrado em sistemas OT. O objetivo é encontrar os caminhos de fraude e comprometimento de forma controlada, sem causar o impacto que um atacante real causaria.
Como começar sem assumir um contrato grande de imediato?
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A segurança cibernética conversa com as exigências da ANTT?
Sim. As obrigações de continuidade, qualidade e disponibilidade da concessão dependem diretamente de sistemas de pedágio e ITS funcionando e protegidos. A Decripte alinha os controles técnicos a essas exigências e a uma base de governança ISO 27001, de modo que segurança e cumprimento contratual andem juntos.
Câmeras e painéis podem ser usados para invadir a rede?
Sim. Câmeras IP, painéis de mensagem variável e sensores frequentemente operam com firmware antigo, senhas padrão e protocolos sem cifragem. Sem segmentação adequada, viram porta de entrada para a rede OT e o CCO. O pentest de ITS testa exatamente esse caminho, e a estruturação separa de verdade esses equipamentos da operação crítica.
Termos do setor
- Free flow
- Modelo de pedágio eletrônico de fluxo livre, sem cancela nem cabine, em que a cobrança é feita por pórticos com leitura de tag e reconhecimento de placa, dependendo inteiramente de software e de conciliação.
- ITS (Intelligent Transportation Systems)
- Conjunto de sistemas inteligentes de transporte — câmeras, sensores de tráfego, painéis de mensagem variável, centrais meteorológicas — que monitoram e gerenciam a operação da rodovia.
- LPR (License Plate Recognition)
- Reconhecimento automático de placas por imagem, usado no free flow como fallback de cobrança e como prova de passagem quando a leitura da tag falha.
- CCO (Centro de Controle Operacional)
- Núcleo que integra ITS, câmeras, painéis, gestão de pedágio e atendimento ao usuário; concentra a inteligência da concessão e é alvo prioritário de ransomware.
- OT (Operational Technology)
- Tecnologia operacional que controla equipamentos físicos de campo (câmeras, sensores, SCADA), distinta da TI corporativa e que exige cuidados específicos de segurança e segmentação.
- Conciliação de pedágio
- Processo que cruza cada passagem registrada com a cobrança correspondente; quando comprometido, permite que passagens reais não gerem cobrança, sendo um vetor central de fraude no free flow.
A Decripte protege e responde a incidentes no setor de concessionárias de rodovias.
Pentest, SOC 24x7, resposta a incidentes com SLA de contenção de 1 hora e conformidade — sem você montar um time interno. Ou comece de graça vendo o que já vazou da sua empresa.
