Segurança para Prefeitura: como conter ransomware, recuperar serviços e estruturar a proteção de dados do cidadão

Prefeituras concentram dados de cidadãos, arrecadação e serviços essenciais com orçamento e maturidade limitados. Veja como a Decripte contém o incidente, recupera a operação, conduz a forense e estrutura continuidade e conformidade LGPD no governo municipal.

Resposta direta

Para proteger uma prefeitura você precisa de quatro frentes simultâneas: (1) detecção e resposta 24x7 capazes de conter ransomware antes que ele criptografe os sistemas de arrecadação, folha e protocolo; (2) backups imutáveis e testados, fora do alcance do domínio Active Directory comprometido, que permitam recuperar serviços ao cidadão em horas e não em semanas; (3) gestão contínua de vulnerabilidades e pentest dos portais de serviços municipais, e-SIC, nota fiscal eletrônica e sistemas tributários expostos na internet; e (4) conformidade LGPD aplicada ao setor público, com o tratamento de dados pessoais fundamentado em obrigação legal e execução de políticas públicas, encarregado (DPO) nomeado e plano de comunicação à ANPD e aos titulares em caso de incidente. A Decripte atua nas duas pontas: responde ao incidente em curso (contenção com SLA de até 1 hora, forense e recuperação) e estrutura a segurança para que ele não se repita. Você pode começar agora, sem custo, com um diagnóstico de Gestão de Ameaças em decripte.io/free para enxergar a exposição real da prefeitura na superfície de internet.

24/7

SOC monitorando ativos municipais

<=1h

SLA de contenção em incidentes

LGPD

Conformidade no setor público

Grátis

Diagnóstico inicial em decripte.io/free

Em resumo

  • Ransomware em prefeitura não é só um problema de TI: paralisa arrecadação, folha, saúde, protocolo e atendimento ao cidadão, com impacto social e político imediato.
  • A diferença entre recuperar serviços em horas ou em semanas está nos backups imutáveis e testados, separados do domínio que o atacante compromete primeiro.
  • A LGPD se aplica ao poder público: tratamento por obrigação legal/execução de políticas não dispensa segurança, encarregado nomeado, nem comunicação à ANPD e aos titulares em caso de vazamento.
  • Os vetores mais comuns são phishing/credenciais, VPN e RDP expostos, e portais municipais sem patch — todos visíveis em um diagnóstico de superfície de ataque.
  • A Decripte contém o incidente em curso e estrutura SOC 24x7, plano de continuidade e conformidade para o ciclo seguinte.
  • Você pode medir a exposição da prefeitura sem custo em decripte.io/free antes de contratar qualquer plano pago.
Setor Público e Educação

Cibersegurança para Prefeituras e Governo Municipal

Prefeituras concentram dados de cidadãos, arrecadação e serviços essenciais com orçamento e maturidade limitados. Veja como a Decripte contém o incidente, recupera a operação, conduz a forense e estrutura continuidade e conformidade LGPD no governo municipal.

Por que prefeituras viraram alvo preferencial de ransomware

Uma prefeitura é, na prática, um conglomerado de serviços críticos rodando sobre uma infraestrutura de TI que raramente recebeu investimento proporcional à sua importância. No mesmo data center municipal — muitas vezes uma sala de servidores adaptada — convivem o sistema de arrecadação (IPTU, ISS, taxas), a folha de pagamento de milhares de servidores, o protocolo eletrônico, os sistemas de saúde (agendamento, prontuário, dispensação de medicamentos), educação, assistência social, e o portal de serviços ao cidadão. Quando esse ambiente é criptografado por ransomware, não é um sistema que para: é a cidade que para.

Para um grupo criminoso de ransomware, a prefeitura combina três características que a tornam um alvo de alto retorno. Primeiro, dados sensíveis em volume: CPFs, dados de saúde, dados fiscais e cadastros de programas sociais de toda a população do município, o que cria pressão de dupla extorsão (criptografar e ameaçar vazar). Segundo, baixa maturidade defensiva: equipes de TI enxutas, sem SOC, sem resposta a incidentes contratada, frequentemente sem MFA e com backups no mesmo domínio que será comprometido. Terceiro, urgência política e social: gestores sob pressão para restabelecer serviços essenciais tendem a considerar o pagamento do resgate, o que alimenta o mercado criminoso.

O ponto cego clássico do município

Na maioria dos incidentes que vemos no setor público, o backup existia — mas estava no mesmo Active Directory que o atacante dominou primeiro. Quando o ransomware dispara, ele criptografa também os repositórios de backup acessíveis pela rede e apaga as cópias de sombra (VSS). O município descobre, no pior momento possível, que tinha backup mas não tinha capacidade de restauração.

O resultado é um padrão repetido em prefeituras de todo o porte: dias ou semanas com arrecadação suspensa, atendimento presencial em papel, sistemas de saúde indisponíveis e o portal de serviços fora do ar. O custo real não é o resgate — é a paralisação dos serviços públicos, o retrabalho manual, a perda de confiança do cidadão e a exposição a sanções da LGPD pela ANPD.

As quatro ameaças que mais paralisam o governo municipal

Ransomware paralisando serviços municipais

É o cenário de maior impacto. O vetor de entrada costuma ser banal: um e-mail de phishing que captura a credencial de um servidor, uma VPN sem MFA exposta na internet, ou uma porta RDP (3389) aberta para acesso remoto de um fornecedor. A partir daí o atacante escala privilégios, alcança o controlador de domínio e, em poucas horas a dias, dispara a criptografia em massa. Sem detecção 24x7, essa janela passa despercebida até a manhã em que ninguém consegue ligar o sistema de IPTU.

Vazamento de dados de cidadãos e fraude em arrecadação

A dupla extorsão tornou o vazamento parte do próprio ataque: antes de criptografar, os criminosos exfiltram bases de dados de cidadãos, dados fiscais e cadastros sociais. Mesmo que o município recupere os sistemas pelo backup, os dados já foram roubados, acionando obrigações de LGPD e expondo a população a fraudes secundárias. Em paralelo, o comprometimento de credenciais administrativas pode ser usado para desviar arrecadação (alteração de dados bancários de convênios, manipulação de boletos) ou inflar a folha com servidores fantasmas — uma fraude silenciosa que pode durar meses sem ser detectada.

Comprometimento de portal de serviços

Portais de serviços ao cidadão, e-SIC, sistemas de nota fiscal eletrônica e consultas tributárias são aplicações web expostas na internet, muitas vezes desenvolvidas por terceiros e sem ciclo de atualização de segurança. Falhas clássicas do OWASP Top 10 — injeção de SQL, controle de acesso quebrado, falhas de autenticação — permitem acesso a dados de cidadãos ou uso do portal como ponto de entrada para a rede interna.

O que esses vetores têm em comum

Todos são, em boa parte, visíveis de fora: credenciais vazadas em listas públicas, serviços expostos sem MFA, portas administrativas abertas e portais sem patch aparecem em um diagnóstico de superfície de ataque. É exatamente isso que a Gestão de Ameaças gratuita da Decripte mapeia em decripte.io/free, antes mesmo de qualquer contrato.

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Anatomia de um ataque de ransomware municipal

Entender a cadeia de ataque ajuda o gestor a saber onde cada controle entra. O ransomware moderno em prefeituras quase nunca é um evento instantâneo: é uma operação de dias, com etapas observáveis em que a detecção poderia ter interrompido o ataque.

Cadeia típica de um ransomware em prefeitura

  • Acesso inicial: phishing, credencial vazada, VPN/RDP exposto sem MFA ou exploração de um portal web sem patch.
  • Persistência: criação de contas, agendamento de tarefas e instalação de ferramentas de acesso remoto legítimas (para evadir antivírus).
  • Escalonamento e movimento lateral: roubo de credenciais (ex.: despejo de memória do LSASS), alcance ao controlador de domínio Active Directory.
  • Reconhecimento interno: mapeamento de servidores de arrecadação, folha, saúde e dos repositórios de backup.
  • Exfiltração: cópia das bases de dados de cidadãos e fiscais para servidores externos (preparação da dupla extorsão).
  • Destruição de backups: exclusão de cópias de sombra e criptografia dos repositórios de backup acessíveis pela rede.
  • Detonação: criptografia em massa, geralmente fora do horário de expediente, com nota de resgate.

Cada uma dessas etapas é uma oportunidade de detecção. Um SOC 24x7 com telemetria de endpoint e identidade detecta o despejo de credenciais e o movimento lateral muito antes da detonação. É a diferença entre conter um intruso na madrugada e descobrir a cidade parada na segunda-feira.

A janela de ouro é a contenção

Entre o acesso inicial e a detonação há, em geral, de horas a dias. Quem tem monitoramento e resposta nesse intervalo evita o incidente; quem não tem, vira manchete. O SLA de contenção de até 1 hora da Decripte existe para fechar essa janela quando o alerta dispara.

Conformidade LGPD aplicada ao setor público

Há um mito perigoso na administração municipal: o de que a LGPD não se aplica integralmente ao poder público porque o tratamento de dados se baseia em obrigação legal e execução de políticas públicas. Essas são, de fato, bases legais válidas e específicas do setor público previstas na LGPD — mas elas autorizam o tratamento, não isentam o município das obrigações de segurança, governança e resposta a incidentes.

Na prática, a prefeitura precisa: nomear um encarregado pelo tratamento de dados pessoais (DPO); manter registro das operações de tratamento; adotar medidas de segurança técnicas e administrativas adequadas (justamente o que falha em um ataque de ransomware); e, diante de um incidente de segurança que possa acarretar risco ou dano relevante aos titulares, comunicar à ANPD e aos titulares afetados em prazo razoável. Um vazamento de dados de cidadãos por ransomware é precisamente o tipo de incidente que aciona essa obrigação.

Vazamento aciona comunicação à ANPD e aos titulares

Mesmo que os sistemas sejam recuperados pelo backup, se houve exfiltração de dados pessoais (e na dupla extorsão quase sempre houve), o município tem o dever de avaliar o risco e comunicar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados e os cidadãos afetados. Não existe forense decente sem essa avaliação — e não existe comunicação responsável sem forense que determine o escopo do que vazou.

Por isso a resposta a incidentes e a conformidade LGPD são, no setor público, dois lados da mesma moeda. A forense não serve só para erradicar o atacante: ela determina exatamente quais bases foram acessadas, o que sustenta tanto a comunicação à ANPD quanto a defesa do gestor público. A Decripte estrutura esse fluxo: forense que delimita o escopo, relatório técnico-jurídico que apoia a decisão de comunicação e plano de resposta para o próximo ciclo.

Como a Decripte atua: resposta ao incidente e estruturação

O modelo da Decripte para o governo municipal cobre o ciclo completo: quando há um incidente em curso, contém e recupera; quando o incidente passou (ou ainda não aconteceu), estrutura a defesa para que não se repita. As duas pontas se alimentam — a forense de um incidente vira o desenho do plano de continuidade do município.

Resposta a incidente em curso

Quando a prefeitura já está com serviços criptografados, a prioridade é conter o atacante, preservar evidência forense, recuperar os serviços essenciais primeiro (arrecadação, saúde, protocolo) e determinar o que vazou para sustentar a comunicação LGPD. O SLA de contenção de até 1 hora rege o início dessa operação.

Estruturação para o próximo ciclo

Passada a crise, a Decripte estrutura SOC 24x7, gestão contínua de vulnerabilidades, pentest dos portais municipais, segregação dos backups e o programa de conformidade LGPD. O objetivo é transformar um município reativo em um município que detecta e contém antes da detonação.

Toda essa relação começa, na prática, por um diagnóstico. Antes de propor qualquer plano pago, faz sentido enxergar a exposição real da prefeitura — e isso pode ser feito gratuitamente em decripte.io/free, com a Gestão de Ameaças que mapeia a superfície de ataque municipal.

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Continuidade dos serviços: backup que realmente recupera

O diferencial entre uma prefeitura que volta ao ar em horas e uma que fica semanas paralisada não é a sofisticação do antivírus: é a arquitetura de backup e continuidade. O ransomware moderno mira deliberadamente os backups, então a única defesa confiável é manter cópias que o atacante não consiga alcançar nem destruir.

Pilares de um backup que sobrevive ao ransomware

  • Imutabilidade: cópias que não podem ser alteradas ou apagadas durante um período definido, mesmo com credencial de administrador.
  • Segregação de identidade: o repositório de backup não pode estar no mesmo Active Directory que o atacante compromete.
  • Regra 3-2-1: três cópias, em dois tipos de mídia, com pelo menos uma fora do site (offline ou em nuvem isolada).
  • Restauração testada: backup que nunca foi restaurado em exercício é apenas uma esperança — o teste de recuperação é parte do plano.
  • Priorização de serviços: ordem de recuperação definida — arrecadação, saúde e protocolo antes de sistemas administrativos secundários.

A Decripte estrutura esse plano de continuidade como parte do trabalho pós-incidente e da estruturação preventiva: define o que é crítico, onde ficam as cópias imutáveis, qual a ordem de restauração e em quanto tempo cada serviço deve voltar. É esse desenho que transforma a frase 'temos backup' na capacidade real de recuperar a cidade.

Pentest e gestão de vulnerabilidades dos portais municipais

Os portais de serviços ao cidadão, e-SIC, sistemas tributários e de nota fiscal eletrônica são a face pública da prefeitura na internet — e, frequentemente, o elo mais frágil. Muitos foram desenvolvidos por fornecedores terceiros, sem ciclo de atualização de segurança, e expõem dados de cidadãos ou servem de porta de entrada para a rede interna.

O pentest da Decripte testa esses ativos contra as classes de falha do OWASP Top 10 — controle de acesso quebrado, injeção, falhas de autenticação e de configuração — simulando o que um atacante real faria. A gestão contínua de vulnerabilidades, por sua vez, mantém o inventário de exposição atualizado: novos serviços publicados, certificados vencendo, componentes desatualizados e credenciais vazadas que aparecem em listas públicas.

Vulnerabilidade não tratada é dívida que vence em incidente

Cada portal sem patch e cada serviço exposto sem MFA é uma porta aberta que o próximo grupo de ransomware vai testar. A diferença entre achar essas portas em um pentest contratado ou em um ataque real é quem está do outro lado quando elas se abrem.

Cenário ilustrativo: prefeitura com arrecadação e saúde paralisadas por ransomware

Cenário ilustrativo

Cenário ilustrativo, não baseado em cliente real. Uma prefeitura de porte médio tem, em uma madrugada de fim de semana, seus sistemas de arrecadação (IPTU/ISS), folha de pagamento, protocolo eletrônico e agendamento de saúde criptografados por ransomware. Na segunda-feira, servidores não conseguem acessar nenhum sistema; o atendimento ao cidadão volta ao papel. Uma nota de resgate exige pagamento em criptomoeda e ameaça vazar as bases de dados de cidadãos. A equipe de TI municipal, de poucas pessoas, descobre que os backups estavam no mesmo domínio e foram criptografados. A Decripte é acionada para resposta a incidente.

  1. Detecção e acionamento

    A prefeitura aciona a Decripte ao constatar a criptografia em massa e a nota de resgate. A equipe de resposta inicia o atendimento sob o SLA de contenção de até 1 hora, levanta o escopo (quais sistemas, qual a variante de ransomware, há sinais de exfiltração) e orienta a NÃO desligar máquinas indiscriminadamente para preservar evidência forense em memória.

  2. Contenção

    Isolamento da rede para interromper a propagação e o canal de comando do atacante: segmentação de emergência, bloqueio de contas comprometidas, revogação de credenciais administrativas e corte de acessos remotos (VPN/RDP) usados como vetor. O objetivo imediato é impedir que o que ainda funciona seja criptografado.

  3. Forense e determinação de escopo

    Coleta e análise de evidências para reconstruir a cadeia: vetor de entrada (credencial via phishing), movimento lateral até o controlador de domínio e, crucialmente, identificação de quais bases de dados de cidadãos foram exfiltradas antes da criptografia — informação que sustenta a obrigação de comunicação à ANPD e aos titulares pela LGPD.

  4. Erradicação

    Remoção da presença do atacante: eliminação de persistências (contas, tarefas agendadas, ferramentas de acesso remoto), redefinição de credenciais em massa (incluindo a conta de serviço e o krbtgt do Active Directory) e fechamento dos vetores de entrada para impedir a reentrada durante a recuperação.

  5. Recuperação priorizada

    Restauração dos serviços essenciais primeiro — arrecadação, saúde e protocolo — a partir de cópias limpas, com validação de integridade antes de religar cada sistema. Onde os backups foram comprometidos, a Decripte trabalha a recuperação possível e estrutura imediatamente backups imutáveis e segregados para o ambiente reconstruído.

  6. Comunicação LGPD

    Com o escopo de exfiltração delimitado pela forense, a Decripte apoia o município na avaliação de risco aos titulares e na elaboração das comunicações à ANPD e aos cidadãos afetados, com o relatório técnico que fundamenta as decisões do gestor público e do encarregado de dados.

  7. Lições e estruturação

    Reunião de fechamento com a TI e a gestão: o que falhou (MFA ausente, backup no mesmo domínio, RDP exposto, sem monitoramento 24x7) e o plano para o próximo ciclo — SOC 24x7, gestão de vulnerabilidades contínua, pentest dos portais e programa de conformidade LGPD.

Desfecho com a Decripte

No cenário ilustrativo, os serviços essenciais ao cidadão são restabelecidos em horas a poucos dias (em vez de semanas), o escopo do vazamento é determinado com precisão para sustentar a comunicação responsável à ANPD, e o município sai da crise com um plano de continuidade e um SOC 24x7 que detecta e contém antes da detonação no ciclo seguinte. O ponto central: a recuperação rápida depende de backups segregados e de uma resposta estruturada — e a prevenção do próximo ataque depende da estruturação que vem depois. O primeiro passo, em qualquer prefeitura, é enxergar a própria exposição: isso pode ser feito sem custo em decripte.io/free.

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Como a Decripte responde a um ransomware em prefeitura

A resposta a incidente no governo municipal segue um fluxo disciplinado, em que a prioridade é conter o atacante, preservar a evidência, recuperar os serviços ao cidadão e sustentar as obrigações de LGPD. Cada passo tem objetivo claro e mensurável.

  1. Acionamento e triagem sob SLA: início do atendimento com SLA de contenção de até 1 hora, levantamento do escopo (sistemas afetados, variante, sinais de exfiltração) e orientação imediata para preservar evidência forense.
  2. Contenção: isolamento de rede, segmentação de emergência, bloqueio de contas comprometidas e corte dos vetores de acesso remoto (VPN/RDP) para interromper a propagação e o canal de comando.
  3. Forense e determinação de escopo: reconstrução da cadeia de ataque e identificação precisa de quais bases de dados de cidadãos e fiscais foram exfiltradas, fundamentando a avaliação de risco da LGPD.
  4. Erradicação: remoção de persistências, redefinição de credenciais em massa (incluindo contas privilegiadas do Active Directory) e fechamento definitivo dos vetores de entrada.
  5. Recuperação priorizada: restauração dos serviços essenciais primeiro (arrecadação, saúde, protocolo) a partir de cópias limpas e validadas, com reconstrução de backups imutáveis para o novo ambiente.
  6. Apoio à comunicação LGPD: relatório técnico que delimita o vazamento e sustenta as comunicações à ANPD e aos titulares, junto ao encarregado de dados do município.
  7. Fechamento e lições aprendidas: análise da causa-raiz com a TI e a gestão e desenho do plano de remediação para o próximo ciclo.
  8. Transição para monitoramento contínuo: implantação de SOC 24x7 e gestão de vulnerabilidades para detectar e conter antes da detonação no futuro.

Como a Decripte estrutura a segurança do governo municipal

Passada (ou prevenida) a crise, a Decripte transforma o município de reativo em resiliente. A estruturação se apoia em pilares que cobrem detecção, exposição, continuidade e conformidade, dimensionados para a realidade orçamentária e de maturidade do setor público.

Monitoramento e resposta 24x7

SOC operando ininterruptamente com telemetria de endpoint e identidade, capaz de detectar despejo de credenciais e movimento lateral antes da detonação do ransomware, com SLA de contenção de até 1 hora quando o alerta dispara.

Gestão de exposição e vulnerabilidades

Mapeamento contínuo da superfície de ataque municipal (serviços expostos, credenciais vazadas, portais sem patch) e pentest dos portais de serviços, e-SIC e sistemas tributários contra o OWASP Top 10.

Continuidade e backup resiliente

Arquitetura de backup imutável e segregada do domínio, com regra 3-2-1, restauração testada em exercício e ordem de recuperação priorizada para os serviços essenciais ao cidadão.

Conformidade LGPD do setor público

Apoio à nomeação do encarregado (DPO), registro das operações de tratamento, medidas de segurança adequadas e plano de resposta com comunicação estruturada à ANPD e aos titulares em caso de incidente.

Identidade e acesso

Imposição de MFA, eliminação de acessos remotos expostos sem proteção, segregação de privilégios administrativos e endurecimento do Active Directory para fechar os vetores clássicos de ransomware.

Planos recomendados para Prefeituras e Governo Municipal

Perguntas frequentes

A LGPD se aplica de verdade à prefeitura, mesmo sendo poder público?

Sim. O setor público trata dados pessoais com bases legais próprias previstas na LGPD (obrigação legal e execução de políticas públicas), mas isso autoriza o tratamento — não isenta o município das obrigações de segurança, de nomear encarregado (DPO), de manter registro das operações e de comunicar incidentes à ANPD e aos titulares quando houver risco relevante.

Devemos pagar o resgate do ransomware para recuperar os serviços?

Pagar não garante a recuperação, financia o crime e não impede o vazamento dos dados já exfiltrados. A prioridade é uma resposta estruturada: contenção, forense para determinar o escopo e recuperação a partir de backups limpos. A capacidade de recuperar sem pagar depende justamente de backups imutáveis e segregados — algo que a Decripte estrutura no município.

Em quanto tempo a Decripte começa a conter um incidente?

A Resposta a Incidentes opera com SLA de contenção de até 1 hora a partir do acionamento. Nas primeiras horas o foco é isolar a rede, cortar o canal do atacante, preservar evidência forense e impedir que o que ainda funciona seja criptografado.

Nosso backup foi criptografado junto. Ainda há o que recuperar?

Frequentemente sim, em parte. A forense identifica o que sobreviveu, e a recuperação prioriza os serviços essenciais. Mais importante: a Decripte reconstrói imediatamente uma arquitetura de backup imutável e segregada do domínio, para que o próximo incidente não destrua novamente as cópias.

Quanto custa começar? Temos orçamento limitado.

Você pode começar sem custo. O diagnóstico de Gestão de Ameaças em decripte.io/free mapeia a exposição real da prefeitura na superfície de internet — serviços expostos, credenciais vazadas, portais sem patch — antes de qualquer contratação. A partir daí, os planos pagos podem ser vistos em /planos e dimensionados à realidade do município.

O ataque entrou por um portal desenvolvido por um fornecedor terceiro. O que fazer?

Portais de terceiros são um vetor comum. O Pentest da Decripte testa esses ativos contra o OWASP Top 10 (controle de acesso quebrado, injeção, falhas de autenticação) e a gestão de vulnerabilidades mantém o inventário de exposição atualizado, identificando falhas antes que sejam exploradas — inclusive em sistemas que a prefeitura não desenvolveu.

Houve vazamento de dados de cidadãos. Precisamos avisar alguém?

Provavelmente sim. Se o incidente puder acarretar risco ou dano relevante aos titulares, a LGPD exige comunicação à ANPD e aos cidadãos afetados. A forense da Decripte delimita exatamente o que foi exfiltrado, e o relatório técnico fundamenta essa avaliação de risco e a decisão de comunicação junto ao encarregado de dados.

Como evitar que o próximo ataque pare a cidade de novo?

Com estruturação: SOC 24x7 para detectar o movimento lateral antes da detonação, MFA e fechamento de acessos remotos expostos, gestão contínua de vulnerabilidades, pentest dos portais e backups imutáveis e testados. É essa combinação que transforma um município reativo em um que contém o intruso na madrugada.

Termos do setor

Dupla extorsão
Tática de ransomware em que os criminosos exfiltram (roubam) os dados antes de criptografá-los, somando à exigência de resgate a ameaça de vazar publicamente as bases — o que torna o backup, sozinho, insuficiente para encerrar o incidente.
Backup imutável
Cópia de segurança que não pode ser alterada nem apagada durante um período definido, mesmo por um administrador com credenciais comprometidas, sendo a defesa central contra ransomware que mira destruir os backups.
Encarregado (DPO)
Pessoa indicada pelo controlador (no caso, a prefeitura) para atuar como canal de comunicação com os titulares de dados e com a ANPD, conforme exigência da LGPD aplicável também ao poder público.
ANPD
Autoridade Nacional de Proteção de Dados, órgão responsável por fiscalizar e aplicar a LGPD no Brasil, à qual incidentes de segurança com risco relevante aos titulares devem ser comunicados.
Movimento lateral
Etapa do ataque em que o invasor, já dentro da rede, se desloca entre sistemas e escala privilégios até alcançar ativos críticos como o controlador de domínio — janela em que um SOC 24x7 pode detectar e conter antes da detonação do ransomware.
OWASP Top 10
Lista de referência das categorias de vulnerabilidade mais críticas em aplicações web (como controle de acesso quebrado e injeção), usada como base para o pentest de portais municipais e sistemas expostos na internet.

A Decripte protege e responde a incidentes no setor de prefeituras e governo municipal.

Pentest, SOC 24x7, resposta a incidentes com SLA de contenção de 1 hora e conformidade — sem você montar um time interno. Ou comece de graça vendo o que já vazou da sua empresa.